Ser Miss é ser assim...

" Gosto dos venenos mais lentos, das bebidas mais amargas, das ideias mais insanas, dos pensamentos mais complexos, dos sentimentos mais fortes... tenho um apetite voraz e os delírios mais loucos.
Não me dêem fórmulas certas, porque eu não espero acertar sempre.
Não me mostrem o que esperam de mim, porque vou seguir meu coração.
Não me façam ser quem eu não sou.
Não me convidem a ser igual, porque sinceramente sou diferente.
Não sei amar pela metade.
Não sei viver de mentira.
Não sei voar de pés no chão.
Sou sempre eu mesma, mas com certeza não serei a mesma para sempre."

Clarice Lispector

28.2.13

A vida me ensinou...

 
 
 
 
 A dizer adeus às pessoas que amo, sem tirá-las do meu coração;
Sorrir às pessoas que não gostam de mim,
Para mostrá-las que sou diferente do que elas pensam;
Fazer de conta que tudo está bem quando isso não é verdade, para que eu possa acreditar que tudo vai mudar;
Calar-me para ouvir; aprender com meus erros.
Afinal eu posso ser sempre melhor.
A lutar contra as injustiças; sorrir quando o que mais desejo é gritar todas as minhas dores para o mundo.
A ser forte quando os que amo estão com problemas;
Ser carinhoso com todos que precisam do meu carinho;
Ouvir a todos que só precisam desabafar;
Amar aos que me machucam ou querem fazer de mim depósito de suas frustrações e desafetos;
Perdoar incondicionalmente, pois já precisei desse perdão;
Amar incondicionalmente, pois também preciso desse amor;
A alegrar a quem precisa;
A pedir perdão;
A sonhar acordado;
A acordar para a realidade (sempre que fosse necessário);
A aproveitar cada instante de felicidade;
A chorar de saudade sem vergonha de demonstrar;
Me ensinou a ter olhos para "ver e ouvir estrelas",
embora nem sempre consiga entendê-las;
A ver o encanto do pôr-do-sol;
A sentir a dor do adeus e do que se acaba, sempre lutando para preservar tudo o que é importante para a felicidade do meu ser;
A abrir minhas janelas para o amor;
A não temer o futuro;
Me ensinou e está me ensinando a aproveitar o presente,
como um presente que da vida recebi, e usá-lo como um diamante que eu mesmo tenha que lapidar, lhe dando forma da maneira que eu escolher.
Charles Chaplin

25.2.13

Famos fazer scrap...

O álbum da Carol continua atrasado... mas, sempre que sobra tempo e inspiração, corro lá para meus papéis para avançar...
Hoje, ela está com 11 meses... e, eis as páginas do 5º e 6º meses....
 
 

 
Essas páginas, em tons de lilás ficaram muito  harmoniosas!
 

24.2.13

Lá vai minha filha...

Miss demais!
Que texto mais gracioso que transmite em palavras simples e doces desejos e sonhos que mães podem ter!
Adorei e me identifiquei, em minhas orações, minhas conversas sem palavras, meu encantamento pela minha princesa...
 
 
 
 
Lá vai minha filha quase voando no seu vestido etéreo.
Lá vai minha filha de olhos amendoados e pele macia. A menina que estreou a mãe em mim. A menina que chegou trazendo todo um universo de novidades: emoções, medos, encantamentos, aprendizados.
Crescemos juntas: eu aprendendo a ser mãe e ela aprendendo a ser ela mesma. Descobrimos duas palavras mágicas: ela me chamou mãe e eu a chamei filha. Palavras novas e tão viscerais que pacientes esperavam para se cumprir.
Éramos duas sendo uma em muitos sentidos. Carne da minha carne, fruto do meu amor, sonho dos meus sonhos. Ela me expandia e eu a protegia. Ela me dava a mão e eu todos os sumos. Ela me dava a eternidade e eu lhe dava asas. Ela me alargava o coração e eu lhe ensinava a caminhar sozinha. Ela me cobria de beijos e eu a cobria de bênçãos. Ela me pedia colo e eu lhe pedia sorrisos. Ela me traduzia e eu a decifrava. Ela me ensinava e eu lhe descortinava o mundo. Ela me apontava o novo e eu lhe ensinava lições aprendidas no passado. Ela me falava de fadas e princesas e eu lhe falava de avós e gentes. Ela me emprestava seus olhos encantados e eu rezava por um mundo melhor. Ela me tirava o sono e eu cantava para ela dormir. Ela me alegrava a vida e eu vivia para ela.
Quando um filho nasce começamos a nos despedir dele no mesmo instante. Nosso ele só é quando no ventre. Depois somos seus abrigos, seus condutores, seus provedores sem nunca esquecer que eles começam a ir embora no dia que nascem. No começo o tempo parece parar. A plenitude da maternidade e a dependência dos pequenos criam uma ilusão de que será assim para sempre. Mas não, eles crescem inexoravelmente em direção à independência.
Cumpre-se o ciclo da vida e é melhor que seja assim, caso contrário, significa que algo de muito triste, inverso ou perverso aconteceu.

Lá vai minha filha. Assim seja.
Olho seus olhos profundos e vejo os mesmos olhos que ainda na sala de parto me olharam intrigados, solenes, como que me reconhecendo, me convocando. Eu disse `sim` à minha filha, imediatamente, a segui desde aquele instante, entregue, eleita. O amor que eu senti foi tão avassalador e instantâneo que eu cheguei a ter medo. Sim, na hora que nasce o primeiro filho, a gente compreende a fragilidade da vida, a fugacidade das coisas e a passa a ter medo de morrer. O fato dela precisar de mim me tornava única, imprescindível. Eu não podia falhar, eu não podia morrer, afinal foi ela quem me escolheu. A partir dali, tudo mudou, meu espaço, meu papel, minha relação com o mundo adquiriu outra dimensão: eu era sua mãe!
Crescemos juntas. Somos amigas. Mãe e filha. Ao longo desses anos rimos, choramos, brigamos, resolvemos impasses, estreitamos laços, vencemos batalhas, enfrentamos noites escuras. Contamos uma com a outra, sempre. Às vezes era eu quem a socorria outras vezes era ela quem me amparava. Não foram poucas as vezes em que os papéis se inverteram e ela foi minha mãe. Às vezes me pergunto se eu dei a ela tanto quanto recebi. Sinceramente, acho que não. Desde o momento zero ela transformou minha vida e, num movimento contínuo, faz de mim uma pessoa melhor.
Lá vai minha filha. Apaixonada e confiante. Ensaiando vôos, escolhendo caminhos, encerrando ciclos.
Eu feliz, penso: cumpra-se!”

23.2.13

Alguns desejos compartilhados...


22.2.13

Erro, culpa e recomeço - o ciclo sem fim!

 
Quem não faz parte desse ciclo sem fim?
Sou uma pessoa que detesta errar, (ah tá, quem gosta!?) e que depois de errar, adora se culpar, sofrer e sofrer... já fui pior, mas ainda não sei sair desse ciclo pouco humano!
Sempre me pergunto se aquela cara feia foi sobre algo que disse, se o sumiço foi sobre algo que fiz, se o recado mórbito do face é para me dar um toque... nossa, baixou a Miss louca!
Tento e muito seguir minha vida mesmo diante das situações acima, que graças a Deus, raramente são por minha causa... Mas isso pouco importa, o que me deixa muito triste é como me sinto diante delas... Será que tem gente que sofre loucamente de culpa como eu!?
Adorei a reflexão de Ronaldo Magella que encontrei após digitar "culpa" no google... e, a perfeição foi resgatar na memória a letra de Lulu Santos... no finzinho dela!
Dia após dia, dou  um passo além na minha libertação!
 
 
 
Todos nós erramos. Faz parte da vida. Algumas vezes erramos e cometemos pequenos delitos, falamos palavras torpes, insensatas, praticamos atos ignóbeis, e, em outras oportunidades somos atores de grandes e trágicas situações.
Mas invariavelmente, todos nós, de uma forma ou de outra erramos. A grande questão é, como nos posicionamos diante de tais ocorrências. Como diria Lair Ribeiro, não é o que acontece na vida que é importante, mas como você reage ao que lhe acontece.
Em geral, seguimos sempre os mesmos roteiros, erramos, nos culpamos, não nos perdoamos e não recomeçamos. A nossa proposta é, já que o erro existe, uma vez que somos criaturas imperfeitas, e o sentimento de culpa, isso para as mentes conscientes dos seus deveres e direitos, irá desabrochar, que possamos mudar o itinerário: errar, culpar-se, perdoar-se e recomeçar.
Como diz Manoel Philomeno de Miranda, no livro Nos Bastidores de Obsessão, “se alguém incide em erro, que se levante do equivoco e recomece o trabalho da própria dignificação. O erro representa lição que não pode constituir látego, mas ensejo de enobrecimento pela oportunidade que faculta para a reparação e o refazimento”. pg. 102
Errar nos permite enxergar que somos humanos, imperfeitos, suscetíveis de tropeços. Aquele que erra nada mais é do que um ser humano, com suas virtudes e defeitos. Permite-nos ainda, errar, descermos do nosso orgulho e da nossa vaidade ilusória.
O grande mal é o sentimento de culpa, de revolta, remorso que nos acontece nesses ímpares e pares momentos da nossa vida. Poucos de nós aceitamos erros. Errar pra nós é uma vergonha, mesmo quando estamos sozinhos, nos sentimos pequenos diante do mundo e de nós mesmo.
Miranda, no já citado livro, nos aconselha a não cultivarmos tais ressentimentos, uma vez que “a consciência culpada é sempre porta aberta à invasão da penalidade justa ou arbitraria. E o remorso, que lhe constitui dura clave, faculta o surgimento de ideias-fantasmas apavorantes que ensejam os processos obsessivos de resgate de dívidas”.
A proposta é de autor perdoar-se, aceitar os defeitos e desafios e recomeçar de onde parou. Uma atitude positiva diante da vida. Entender que a sabedoria e o conhecimento não é logrado num gesto único, mas diante de varias e infinitas de tentativas e possobilidades.
Errar, sim, erramos, é natural. Culpar-se, não, por quê? Melhor analisar-se, reflexionar em torno da vida e seguir. Perdoar a si próprio, sim, porém não manter uma conduta passiva diante dos fatos, combatê-los, expurgá-los, erradicá-los. E sempre, sempre recomeçar.
Como diz a letra do Lulu Santos, “já não tenho dedos pra contar de quantos barrancos despenquei, de quantas pedras me atiraram e quantas atirei. Tanta farpa, tanta mentira, tanta falta do que dizer, nem sempre é “So Easy” se viver. Hoje eu não consigo mais me lembrar de quantas janelas me atirei e quanto rasto de incompreensão eu já deixei. Tanto bons quanto maus motivos, tantas vezes desilusão, quase nunca, quase nunca a vida é um balão. Mas o teu amor me cura de uma loucura qualquer e encostar no teu peito e se isso for algum defeito, por mim, tudo bem.
Só o amor cura."
 

21.2.13

Rápida mas com propósito!


20.2.13

Desapegar também é amor!


 
 
 
"Quando um fruto está em fase de crescimento, ele tem que permanecer grudado à árvore para receber todos os nutrientes necessários ao seu bom desenvolvimento.
Mas, quando amadurece, ele se desprende e fica pronto para o consumo.
O mesmo acontece com o ser humano: se ele tem muito apego às coisas ou às pessoas, ele se parece com um fruto verde.
Ele tem um desejo profundo de continuar preso a falsos suportes como forma de segurança para o seu equilíbrio emocional. Só que esse apego exagerado gera dependência!
Portanto, o desapego é a chave para abrir a consciência positiva através da maturidade. Solte-se de sua árvore!"

(Brahma Kumaris)

19.2.13

Quiche ao creme de alho poró e bacon

 
Que é possível fazer com uma massa folhada no freezer?
Item indispensável!
Bem, vamos lá!
 
Para o creme:
alho poró cortado em tirinhas, usei o suficiente para preencher uma xícara
100g de bacon picadinho
azeite, sal, pimentinha moída
1 caixinha de creme de leite
150g de parmesão ralado
 
Frite o bacon com um fio de azeite, junte o alho poró e deixe dourar um pouquinho, em fogo baixo. Coloque uma xícara de água e deixe reduzir. Tempere a gosto, acrescente o creme de leite assim que a água secar, mexa bem colocando o queijo ralado. Desligue e reserve.
Acomode a massa folhada em uma forma, despeje o creme e leve ao forno por 15min.
Eis que surge....
 
 
 

18.2.13

Bom dia!

Alimente sua alma de bons momentos, boas lembranças e boas lições!
 
 

17.2.13

Dieta - parte 2

Por conta do sumiço, não passei por aqui no dia 02 de fevereiro para contar como foi meu primeiro mês de dieta!
Se você quiser relembrar da primeira parte desta postagem, clique AQUI...
Bom tentei seguir o mais próximo possível aquilo que desejava, mas, dei uns deslizes nos finais de semana!
Consegui manter uma média de caminhada de três vezes por semana, fora o corre-corre com a Carol, acho que ajuda muito!
Mantive o shake no café da manhã e no jantar durante a semana e no almoço mantive algo mais leve, fora os dias deliciosos que almoço na mamãe...não dá para deixar de lado o que ela prepara!
Durante as refeições fiz leves "comidinhas" mantendo frutas, iogurte e cookies no cardápio mais frequente...
Então, dia 02 de fevereiro me pesei e cheguei aos 64kg, ou seja, três a menos!
O maridão eliminou 5kg, manteve o mesmo ritmo que eu, mas levou mais a sério a alimentação light na hora do almoço!
Depois, desses dias na praia e com o carnaval, pensei que pudesse ter recuperado alguma coisa, mas, ontem me pesei novamente e estou com 63,6kg.
O bacana é sentir que o apetite diminuiu, não me sinto mais tão esganada ao fazer as refeições, pois a alimentação de 3 em 3 horas traz saciedade.
O desejo por comida leve também aumentou... quando abuso em algo mais pesado, não me sinto bem, fico pesada e mole!
O líquido está sempre presente, hábito que aprendi há alguns anos e, vejo que a cinturinha melhorou um pouco!
Decidimos continuar com shake apenas no jantar. No café da manhã, leite de soja com frutas, iogurte e coisas leves... o orçamento pesou. Um ponto negativo da Herbalife até agora, gastamos muitooooo!
Continuamos com o Fiberbond, com o chá e o shake mais a proteína apenas uma vez ao dia!
Veremos como ficará até o próximo mês!
 
Como optamos pelo shake de baunilha esse mês, abusamos nas frutas... essa foi uma combinação que ficou deliciosa!
Usamos 3 morangos e 5 amoras, dessas importadas que comprei por um preço enlouquecedor....mas deu vontade!
Seguimos a receita sugerida no shake e batemos tudo no liquidificador!





I love it - Decoração suspensa!

 

 

 

 

 


16.2.13

Quero o armário dela! Delegada Helô

Gente....
Hoje vou derramar inveja neste cantinho de Miss!
Quase morro com as combinações e peças super estilosas da Delegada Helô, personagem da atriz Giovanna Antonelli, na novela Salve Jorge.
Sou fã da artista desde Jade (kkkk) mas posso dizer que ela progrediu muito! Está simplesmente linda com aquele visual, cabelos lindooooo e as roupas chiquérrimas....
Ela anda lançando algumas modas que não sei se pegarão, mas são bem interessantes!
Muitos cintos... braceletes sobre as mangas, calças largas e coloridas, estampas, estampas e estampas!
 








 
 
Ahhh não poderia deixar de lado o celular....arrasou!
 

15.2.13

Chá de sumiço

Minhas lindas Miss...
Não sei se sentiram minha falta! Muitas vezes tenho a impressão que escrevo para mim mesma...tudo bem, isso já me deixa feliz!
E qdo alguém comenta sobre o Miss, ou manda um recado, nossa! Felicidade maior...
Estive e talvez permaneça um pouco ausente porque a vida segue!
Tenho que escrever um post sobre as novidades da Carolina, entre elas, quase andando..mexe em tudo e precisa e quer mais atenção...
Tenho que escrever sobre minhas últimas indagações...
Tenho que postar as últimas receitas...
Alguns passeios...
Mas, falta tempo para tudo!
Então, sumi... dediquei meu tempinho a outras coisas, que compartilho com vcs...

 




 
 
 
 
" Mas os momentos felizes
Não estão escondidos
Nem no passado
Nem no futuro..."
 
 

6.2.13

Desabafo - Ô abre alas, que eu quero passar!

 
 
Em ritmo de carnaval, que já foi muito festajado e comemorado pela Miss que vos escreve, juntei três coisas que acabei de ler agorinha para criar este post de última hora!
Inspiração é fogo...enquanto fazia o almoço estava pensando...o que vou colocar no blog hoje? Nada me vinha à mente, contudo...abrindo o computador e visitando as notícias do face...eis que surge a inspiração.....
 
"O que as pessoas mais desejam é alguém que as escute de maneira calma e tranquila. Em silêncio. Sem dar conselhos. Sem que digam: “Se eu fosse você”. A gente ama não é a pessoa que fala bonito. É a pessoa que escuta bonito. A fala só é bonita quando ela nasce de uma longa e silenciosa escuta. É na escuta que o amor começa. E é na não-escuta que ele termina. Não aprendi isso nos livros. Aprendi prestando atenção”.
Rubem Alves
 
Bem, tudo começou com essa frase... linda por sinal!
Fiquei pensando nas últimas conversas que tive com algumas pessoas. Me policei para pensar se fui ansiosa em querer falar mais que ouvir... pode ser! Tenho essa sensação de quando alguém me procura para contar algo, fica na espera de ouvir minha opinião... pode ser que nem sempre seja assim! E, mesmo que seja, talvez não tenha para falar aquilo que ela quer ouvir... epa!
O contrário é verdadeiro também... muitas vezes, a maioria delas, conto algo para alguém querendo que aquela fala se torne uma conversa. Mas, a escuta é fundamental!
Outro dia me peguei super empolgada contando algumas coisas para uma amiga muito querida, quando me dei conta, ela não dava importância... talvez não seja maldade da parte dela, mas me chateou, na hora me perguntei...que estou fazendo?
Comecei a pensar nisso... e aí veio a marchinha que a Karina colocou lá no Melhor da Vida e juntei à frase de Rubem Alves...
Durante o dia, encontro com várias pessoas que só querem passar... nos encontram, despejam o que precisam e nem esperam para saber qual o efeito daquilo sobre vc e simplesmente partem... culpa delas? Jamais, preciso repetir isso para mim mil vezes por dia! A culpa só existe em mim, se eu a criar....
Cada um tem sua escolha para fazer...ela fez a escolha de passar como um furacão, cheia de sensacionalismo...odeio sensacionalismo, faz o que quer e segue seu caminho! Cabe a você escolher se engole aquilo, se dá importância ou não...
Talvez aquele dia que citei acima, despejei muita coisa como um furacão e a pessoa nem se importou...a esolha é dela..e a minha será repensar, depois da raiva momentânea, se realmente minhas questões são importantes para os outros! Muitas vezes não recebo escuta...isso me entristece!
Por fim....
"Eu não deixo ninguém para trás, algumas pessoas é que me perdem um pouco a cada dia e nem percebem."
Será?
Me fiz essa pergunta ao ler essa frase tão intrigante...acho que as vezes acabo sim deixando pessoas para trás...talvez essas que não me ouvem, talvez aquelas que passam como um furacão... não porque não goste delas, mas não demostram o quanto se importam comigo!
Fiquei pensando em uma lista das pessoas que me perdem, um pouquinho por dia, e depois resgatam, ou talvez não...e assim vão, sim, me perdendo... é escolha delas e minha, em deixar me perder...
Por outro lado, perco muitas também... algumas que não ouço o quanto desejavam, que não falo o tanto e do jeito que esperavam... que atropelo com minhas ansiedades e preocupações... e assim, vou perdendo e depois resgatando...e outras não!
Puxa, essa história me fez repensar alguns valores!
Deixei tantas amizades para trás... do tempo dos carnavais, da faculdade, de outros empregos, de outras épocas, de outras preferências...
Deixei tantas tristezas para lá também... coisas que fui perdendo ao resgatar as pessoas... quem sabe aceitar cada um do jeito que é? Não é fácil! Eu tento, nem sempre consigo!
O negócio é complicado...oh coisa difícil relacionamento!
Espero resgatar o que seja importante, espero poder ouvir quando precisarem de mim, espero saber falar e calar nos momentos certos... Preciso deixar para lá algumas amarras, os agrados, os sorrisos e as sementes que não vingam...
É preciso cuidar mais de mim, pensar mais nessas mudanças que vivem vagando pelo meu coração... e assim, vou vivendo...me perdendo, me achando e crescendo!

5.2.13

Dica de restaurante - Pobre Juan

O Galleria Shopping, em Campinas, é um lugar delicioso para passear. Todo contruído pensando em uma perfeita integração com a natureza, não se parece muito com os shoppings convencionais.
Árvores, lagos, cascatas e peixes estão presentes em sua decoração e, ao caminhar pelos dois andares, podemos nos deliciar com ar puro e muita beleza, além de lojas selecionadas, claro!
Há pouco tempo, o shopping recebeu uma ala nova e, com ela, novos restaurantes.
Fomos conhecer o Pobre Juan
 
Sua história:
Inspirado nas autênticas casas argentinas, o restaurante Pobre Juan se destaca por sua parrilla premium, com cortes de carnes selecionados e de alta qualidade. Fundado em 2004, o espaço nasceu da vontade de um grupo de amigos em saborear boas carnes assadas na grelha em um ambiente agradável e sofisticado. Mantendo essa tradição, todas as seis casas (três em São Paulo, uma em Alphaville, uma em Campinas e uma em Brasília) possuem decoração rústica e elegante e que levam o cliente a degustar a experiência de conhecer mais sobre os sabores portenhos.
Fonte:www.pobrejuan.com.br
 
 
Nossas escolhas:


 
Las Papas fritas - tão deliciosas quanto em Buenos Aires

 
Ojo de Bife - Macio e muito saboroso

 
Costillas de Cordero - Tão deliciosas quanto o prato acima
 

 
Sobremesa

 
Foi uma almoço muito agardável. o lugar é lindo, decoração impecável, misturando o rústico com ar contemporâneo. Almoçamos ao som do piano e fomos muito bem recebidos.
Preciso apenas ressaltar que de pobre, não tem nada! kkkk
Come-se muito bem e se paga bem por isso! Como dou a sugestão, vejo que preciso salientar sobre esse detalhe $$$.
Mas, digo que valeu cada centavo!
 

4.2.13

Bom dia!

Alimente sua vida com ventos suaves e refrescantes!
 
 

3.2.13

O dom da palavra!

Por indicação de uma grande amiga, descobri um blog  incrível que ainda estou degustando e não canso... Sobre a Vida
Embora seja de um psicólogo, Frederico Mattos, posso dizer que é um blog de MISS! Com letra maiúscula!
Compartilho esse texto que ele escreveu em resposta à carta abaixo... é de arrepiar de tão profunda a história real que se criou num mundo virtual!
 
 
 
 
Olá Fred,
Já que a Dona M. tomou coragem e confessou que nunca amou o marido de 30 anos eu tomei a liberdade de mandar esse e-mail.
Enviei logo cedo após receber meus remédios para que você pudesse ler logo que acordasse. Espero que não se importe.
Estou há uma semana internado num bom hospital e entre um mal-estar e outro tenho lido seu blog. Logo que me internei um amigo me disse: acho que agora é hora de pensar sobre a vida. Sou viciado em tecnologia, peguei meu iPad (foi a única coisa que pedi que os médicos não me tirassem) e digitei no Google “sobre a vida”. Surgiu seu blog e confesso que pensei “mais um blog de merda falando blábláblá”. Não dei confiança, mas depois de não achar nada muito interessante voltei ali.
Tenho 28 anos, minha barba cultivada com gosto para que eu aparente mais idade está caindo, isso me aborrece.
A questão que me intriga é que vou morrer e não sei o que fazer diante da morte. Vou morrer em breve, talvez eu não receba sua resposta. Claro que não estou pendente disso para morrer (isso está infelizmente fora de minhas mãos), mas filhadaputamente o padre que veio me visitar e não gostei do que ouvi. Sei que ele trouxe palavras bondosas, mas tão vazias de real sentido para mim que aproveitei que eu estava vomitando que nem um desgraçado para enxotar aquele velho de batina. Minha doença me consome rapidamente e não acredito em nada para além desta vida, nem preciso acreditar. Sou ateu (o máximo de fé que tenho é fazer figuinhas, pois mamãe me ensinou e lembro dela quando faço) e sinceramente não me culpo por isso.
Tive uma vida cheia de acontecimentos, aproveitei tudo mesmo, sem exageros ou excentricidades. Minha doença é um tipo de problema genético, raro e fatal. Os médicos não afirmam nada (eles sempre estão um pouco emburrados), mas já pesquisei na internet e realmente acho que vou bater as botas mais rápido do que eu queria.
Fiquei pensando o que você, como psicólogo, teria a dizer para alguém que tem algunas horas ou dias de vida ainda pela frente? Se eu não conseguir ler a resposta espero que ajude alguém nas mesmas condições ou que ajude qualquer um.
Abraço,
R.”

Caro R.
Acho que não estou em posição de aconselhar alguém que está em uma condição única e porque não dizer privilegiada como a sua. Sim, privilegiada. Estar diante do próprio fim e fazer a pergunta certa não é tão simples.
Já que você digitou no Google SOBRE A VIDA, vou falar algumas coisas que penso sobre a vida. Espero que sirvam.
Na vida eu finjo que não tenho medo da morte faz muito tempo. Eu tenho construído um castelo de certezas, de virtudes e de sentido para simplesmente negar o fato de que vou morrer, assim como você.
Na vida vi que todas as amizades que tenho são para me deixar menos sozinho comigo mesmo. Além disso evitar saber que tudo irá acabar de um momento para o outro. Mas elas dão um colorido diferente para o passar dos anos. Algumas valem a pena cultivar, outras são passageiras e deixam uma marca, algumas temos o dever moral de levar para a vida inteira.
Na vida não tenho certeza de nada e noto que a maior parte das pessoas não tem. Mas não perdemos a irresistível atração em fingir que sabemos de tudo. Antes eu ouvia os bons conselhos, agora duvido deles. Sempre me parecem demasiado polidos ou conservadores. Como aquelas tias velhas que tem medo de atravessar a rua e recomendam que você não faça o mesmo.
Com as críticas ainda tenho dificuldades, confesso que quando me dizem que sou metido a sabichão ainda fico meio doído. Acho que é pelo fato de que a pessoa ainda não me conheceu de verdade e me julga pelas minhas defesas. A prepotência que me resta é só um jeito falsamente forte que encontrei para que eu não seja inundado pelo mar de amor que sinto, mas me fragiliza.
Pelo visto você é uma pessoa que foi agraciada pelo bem estar financeiro. Isso é excelente, com o tempo aprendi que o dinheiro pode ser um grande amigo de boas realizações. Que ele é a chave mestra que reflete o fruto do meu trabalho e que me abre portas para conhecer coisas que eu nunca poderia sem ele. O dinheiro não é meu inimigo e nem meu amigo, apenas um cúmplice daquilo que quero ser. O meu dinheiro sou eu em forma de notas. O dinheiro de cada um reflete o que a pessoa é.
Também me parece que você é muito amado pelas pessoas. Essencialmente cercado de pessoas boas que te recomendam no momento mais difícil que pense sobre a vida. Isso parece que é a grande fórmula para viver e morrer feliz. Nos cercamos de muitas pessoas que nos fazem mal, nos colocam para baixo e subestimam nossa capacidade. Elas querem nos ajudar de um jeito que reforça nossa infantilidade e passividade na vida. Com o tempo procurei selecionar as pessoas do meu convívio. Conheci amigos maravilhosos, terminei relacionamentos que me faziam mal e cultivei bons hábitos como me encontrar sempre que possível com as pessoas que eu amo. Meus livros que eu tanto adorava ler com exclusividade absoluta agora estão um pouco de lado. Ainda os amo, mas livros sem pessoas são apenas folhas sem sentido. O verdadeiro livro que sempre quis escrever já está sendo escrito no longo dos meus dias. Acho que o seu livro não-publicado deve ter excelentes páginas e narrativas memoráveis. Deixe que isso te alegre, inclusive agora.
Com o tempo eu percebi que a cereja do bolo da minha vida não foi composta de grandes eventos ou celebrações. Mas foi no tecido invisível dos minutos discretos que ninguém reparava. Eu sempre soube que aqueles pequenos gestos de gentileza é que realmente fazem a diferença. Acordar um pouco mais cedo para dar a mão para uma pessoa. Levantar da cama antes e pegar o copo d’água. Consolar uma lágrima que não foi anunciada. Pequenas coisas pelas quais você não vai ganhar nenhum prêmio ou recompensa e ainda assim devem ser feitas.
Meu caro R. tenho medo, muito medo de tudo. Medo de falhar, fracassar, decepcionar, fraquejar, deprimir até parar com tudo e ficar maluco, as vezes enfrento dias difíceis (na minha cabeça) que penso que não vou aguentar. Mas administro esse medo da seguinte maneira, sei que são apenas medos, nada além disso. Um jeito meio menino de fantasiar as coisas maiores do que realmente são só para que depois eu brinque de super-homem. Afinal quanto maior meu obstáculo, mais eu acho que fui invencível na superação.
Hoje tenho rido muito mais de mim, sou um desastrado. Não sei cortar uma melancia sem sujar toda a pia e ela ficar parecida com um leque torto e feio. Me perco no transito, mesmo com GPS. Falo coisas fora de hora. Confesso meu amor antes do tempo. Tolero coisas intoleráveis por mais tempo que devia. Sou um bobo incorrigível. Mas, afinal, essa é a versão improvisada de mim mesmo, sei que com o tempo esse eu de hoje será uma lembrança pálida no eu de amanhã. Então rir de mim me ajudou a não me magoar tanto ou me levar tão à sério), afinal todos somos rascunhos da vida. Perdidos como ratos pelados.
Lidar com pessoas sempre foi um desafio para mim. Sou sensível ao extremo, um sorriso me levanta e um olhar de desaprovação me derruba. Comecei a entender, a duras penas que não posso ter controle do que os outros sentem por mim. Se você me odeia problema seu, se me ama também. Pode parecer uma visão radical ou uma fala grosseira. Mas se pudesse me ouvir agora dizendo isso seria com uma voz doce e com sorriso nos olhos. O ódio que sente por mim é responsabilidade sua, o amor que sente também. O máximo que posso fazer é dançar em volta do seu coração até que seu ódio se acalme e me veja humano (com o que tenho de bom incluído) e seu amor se consolide e me veja humano (com o que tenho de pior incluído).
Acho que o mais difícil de morrer deve ser imaginar que não veremos mais aqueles que amamos. Quando trabalhei com pessoas com câncer (doença nem sempre rápida e fatal) aprendi que a melhor despedida acontece com as relações que foram mais completas e sem falsidades. Se tivemos uma relação truncada, conflituosa e cheia de pendências o luto é mais difícil. Nesse momento tente diminuir as suas pendências e diga o que vem no fundo do seu coração para os outros. Não hesite, você não tem mais nada a perder. Literalmente.
Posso dizer que o amor e o trabalho sempre me guiaram. Mas sei que o amor é um enigma. Hoje me parece muito mais um grande campo em que muitos eventos acontecem por ali. Toda a vez que tentei cercar demais a pessoa amada ela se foi, deixar ela pra lá em demasia também não funcionou. A melhor garantia que posso oferecer hoje é que onde eu estiver estarei ali.
Já fique muito preso ao passado e tudo o que não funcionou ali. Também já fiquei afoito para que o futuro chegasse logo e ele nunca chegou quando eu queria. Então decidi colocar o rabo no meio das pernas e viver aquilo que eu consigo hoje. As vezes minha cabeça me engana e tenta me sequestrar para frente ou para trás. Então eu digo para minha mente “ei, dá uma olhadinha nesse momento entediante, podemos fazer algo com isso, que tal?” e numa fração de segundos a minha mente faceira corre para brincar comigo no presente de novo.
Sou tão jovem quanto você, então não encare como presunção tudo o que eu disse. Posso garantir que existem vidas muito mais interessantes que a minha para você tomar por exemplo. Minhas grandes vivências aconteceram mais no fundo do meu coração do que na vida concreta. No entanto, foi a vida que me coube viver e que me satisfez até agora. A sua vida é a melhor que você pode viver, olhe com compaixão por ela, nada acrescente nela e muito menos mutile. Tudo ali é do tamanho que devia ter. Até sua barba que se despediu de você.
Quando olhamos uma vela temos a ilusão de que ela irá apagar quando a cera chegar ao fim. As vezes acaba antes, outras a luz continua depois. No seu caso, sua vela está te surpreendendo, em alguns minutos. A minha pode me surpreender, assim com todas as pessoas que amamos. Estamos no mesmo barco.
Minha curiosidade (mal que não quero tirar de mim) vai me dizer para que dê um retorno caso tenha conseguido ler. Sei que os leitores do blog vão pedir o mesmo. Então se puder, mande um sinal de fumaça. Sei que esse texto vai ajudar mais quem ficará vivo (ou finge que está vivo como eu) por um pouco mais de tempo que você. Mas se te ajudar em algo, já fico mais que satisfeito.
Ah, se eu pudesse falar uma última coisa seria morra o mais vivo que puder
Um abraço meu caro, longa vida enquanto ela existir!
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Vou fazer o update do que aconteceu no dia de hoje:
Meu irmão pediu que eu enviasse esse e-mail para você assim que falecesse. Ele me mostrou o texto do seu blog emocionado e falou coisas muito bonitas sobre o amor que sentia por todos nós e se desculpava se nem sempre estava tão presente quanto gostaria. Acrescento que ele partiu essa madrugada de sexta-feira tranquilamente e sem dor, abraçado com papai e seu iPad (inseparável, aposto que vai procurar o Steve Jobs). Sentiremos muito a falta daquele menino que sempre tinha uma palavra carinhosa e um sorriso pronto nos lábios.
Querido Fred
Fiquei comovido com a honestidade em revelar aspectos da sua vida de um jeito tão afetuoso, gentil e claro. Eu também não sei cortar melancia direito. Achei de extremo carinho você não tentar me convencer de nada como fez o padre.
Nas suas palavras vi que a maior expressão do espiritual é a própria vida e as pessoas à nossa volta: o amor que me une à minha família e os meus amigos. Pensando assim, o meu quarto estava absurdamente lotado de coisas espirituais agora à pouco e pedi que todos me deixassem à sós por minutos para poder escrever essa mensagem. Prefiro que ela seja entregue à você quando eu morrer. Agora posso falar sem peso sobre a morte, pois sei que deixarei meu legado com todos: minha memória.
Meus amigos trouxeram um violão e me cantaram músicas que eu gosto (uma delas http://www.youtube.com/watch?v=L3eiOMQVUqs). Meu pai fez bolo de laranja com suco de cajú de dar lombriga. Minha irmã recitou um poema de Vinícius de Moraes que me emociona. Minha namorada só chora e me beija (energia feminina pura) – bem que eu podia durar mais uns dias ;) . Meu primo trouxe um pendrive com imagens do meu cachorro latindo para a camera. Mamãe já falecida, me veio fortemente na memória. Não tenho a pretensão de reencontrá-la, pois no meu coração ela nunca partiu. Estou meio sensível hoje! heheheh
Obrigado pela rapidez e prontidão em me responder, nem esperava um post para mim (mentira) e senti o carinho dos seus leitores. Se puder crie uma nota de falecimento no Facebook e peça a eles que compartilhem seu texto com todo mundo (quero ser um morto virtual famoso rsrsr). As pessoas à sua volta tem sorte em tê-lo em suas vidas, pena não ter sido seu paciente ou amigo. Fucei na internet (sou stalker) e vi que fará 31 anos em breve, parabéns psicólogo!
Após cremado, quando as cinzas forem atiradas ao mar digam: aqui nada um homem feliz! :)
Seguirei seu conselho: quero estar bem vivo quando eu morrer!
Um abraço e longa vida a você também…
Do amigo que parte, R.”

2.2.13

Hoje é sábado.... vamos requebrar!?


1.2.13

Tirinha: Ó vida!

 
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